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Chapecó- A Páscoa é um período de intensificação do movimento comercial, principalmente na busca por chocolates. Para mensurar como poderá ser o movimento de compras para esse período, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina (Fecomércio/SC) realizou pesquisa de intenção de compras, entre os dias 19 e 23 de março, em Blumenau, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Joinville, Lages e Itajaí.

Esse levantamento revela que o gasto médio no Estado será de R$ 157,44 por pessoa, valor um pouco menor do que o registrado no ano anterior, R$ 157,69. Já em Chapecó, segundo dados divulgados pela Divisão de Pesquisa e Estatística do Sindicato do Comércio (Sicom), a previsão do gasto médio é maior, R$ 195,63, número que no ano passado foi bem inferior e chegou a R$ 120,69, ou seja, há o aumento de 62,1%. A previsão do gasto médio dos chapecoenses também é o mais alto dentre as cidades analisadas no Estado.

Os dados divulgados indicam que em Chapecó 79,5% dos consumidores apresentam preferência de presentear com chocolates e 15,2% devem optar por vestuário ou calçados. Entre os tipos de chocolates, 40,94% dos chapecoenses irão presentear com ovos de chocolate industrializados, enquanto 34,42% darão chocolates em geral industrializados.

Outro dado obtido pela pesquisa mostra que os chapecoenses estão com situação financeira igual, quando comparado ao mesmo período do ano passado, conforme 43,4% dos entrevistados. Em relação à forma de pagamento, 73,8% optarão pela quitação em dinheiro à vista. Em seguida vêm: pagamento parcelado no cartão de crédito – 11,3%; à vista, no cartão de crédito – 6,3%; à vista, no cartão de débito – 5,3%; e parcelado no crediário – 2,6%.

Ações do comércio 

Ainda conforme o levantamento, os consumidores chapecoenses estão de olho nas ações do comércio. Diante disso, 36% dos entrevistados em Chapecó indicaram que valorizam as promoções, preferência que é seguida pelo preço (31%) e pelo atendimento (23%). Além disso, para presentear na Páscoa, 75,8% dos consumidores farão pesquisa de preço e terão como preferência a compra no comércio de rua (54%), seguido por supermercados, conforme 34,1%. (Extra Comunica)