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Chapecó – Representantes de 130 entidades reuniram-se no Salão do Tribunal do Júri da comarca de Chapecó para receber informações e tirar dúvidas sobre o trabalho prestado por beneficiários encaminhados pela Central de Penas e Medidas Alternativas (CPMA). Ter Prestadores de Serviços à Comunidade (PSC) na entidade é um requisito para receber valores do Fundo de Transações Penais.

As psicólogas e assistentes sociais da CPMA explicaram sobre os processos internos de seleção dos beneficiários para cada tipo de entidade conveniada. Outro assunto foi a possibilidade de realocação do PSC que pode ser solicitada pelo beneficiário ou pela entidade. Mas o principal tema foi o preenchimento da ficha de frequência mensal que deve ser feito pelo supervisor da pessoa que está cumprindo a pena alternativa.

A psicóloga e coordenadora da CPMA, Andressa Beduschi Borges da Silva, destaca que 340 PSC’s foram encaminhados para entidades parceiras no ano passado. “A parceria com as instituições públicas ou privadas, sem fins lucrativos, é de suma importância. As mesmas nos auxiliam na responsabilização da infração penal de cada beneficiário, porém com um caráter educativo. Acredito ser uma responsabilidade compartilhada com segmentos que implicam na ressocialização dos indivíduos e, consequentemente, na construção de uma sociedade menos violenta”, avalia Andressa.