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Brasília – O deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ) foi reeleito na noite desta sexta-feira (01) 1º presidente da Câmara com apoio de 13 partidos, incluindo o PSL.

Maia se reelegeu no primeiro turno maioria absoluta, conquistando 344 dos 512 votos dos deputados, e ocupará o cargo até 2021.

O segundo colocado na disputa deste ano foi o deputado Fábio Ramalho (MDB-MG), que recebeu 66 votos. Marcelo Freixo (PSOL-RJ) recebeu 50 votos e foi o terceiro colocado no pleito. JHC (PSB-AL) recebeu 30 votos; Marcel Van Hattem (NOVO-RS) recebeu 23; Ricardo Barros (PP-PR), 4; e General Peternelli (PSL-SP) recebeu 2 votos.

O presidente da Câmara é o terceiro na linha de sucessão da presidência da República – é ele que assume o comando do Executivo se o presidente e o vice estiverem ausentes do país ou indisponíveis. Mas seu principal poder é o de fazer a pauta da Câmara – é ele que decide quando e como os projetos serão votados.

Conheça um pouco mais sobre Rodrigo Maia

Chegou ao cargo pela primeira vez em julho de 2016, para um mandato-tampão, depois que o então presidente da Casa, Eduardo Cunha (MDB-RJ), foi afastado do cargo em decorrência das investigações da da Lava Jato. Naquele ano, Maia derrotou o candidato ligado a Eduardo Cunha, Rogério Rosso (PSD-DF), no segundo turno da disputa. Em fevereiro de 2017, foi eleito novamente – desta vez já com o apoio do então presidente Michel Temer (MDB).

O que acontece agora?

Eleito, Rodrigo Maia comandará a apuração dos votos dos demais cargos da Mesa, que já foram depositados pelos deputados.

Os ocupantes de alguns desses cargos, porém, já são conhecidos: o vice-presidente, por exemplo, será o deputado e bispo licenciado da Igreja Universal, Marcos Pereira (PRB-SP); o 2º vice-presidente será o deputado Luciano Bivar (PSL-PE). Os deputados Mário Heringer (PDT-MG), Fábio Faria (PSD-RN) e André Fufuca (PP-MA) ocuparão, respectivamente os cargos de 2º, 3º e 4º secretários da Câmara.

Estes deputados foram os únicos candidatos aos cargos que agora ocuparão – e seus nomes foram escolhidos pelos partidos. A distribuição dos cargos na mesa é proporcional ao tamanho de cada bancada ou bloco partidário.